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Células solares multijunção batem recordes de eficiência

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06 de Setembro de 2017| Notícia N°1.051

Células solares multijunção batem recordes de eficiência

[Imagem: Stephanie Essig - 10.1038/nenergy.2017.144]
Além de usarem materiais mais nobres, as células solares multijunção são mais difíceis de fabricar, por isto custam mais caro.

Células solares multijunção

Pesquisadores da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, bateram de uma vez só dois recordes mundiais de eficiência das células solares multijunção, feitas de células solares empilhadas umas sobre as outras para aumentar a captação da luz solar.

Stephanie Essig e seus colegas criaram células solares em série com 32,8% de eficiência para duas junções e 35,9% para três junções.

O feito se destaca porque as células operaram sob iluminação de 1 sol – sem lentes ou concentradores solares - e são feitas à base de silício.

“Essa conquista é significativa porque mostra, pela primeira vez, que as células em série baseadas em silício podem proporcionar eficiências que competem com as células multijunções mais caras, consistindo inteiramente de materiais III-V,” disse a professora Adele Tamboli. “Ela abre a porta para desenvolver materiais e arquiteturas de células solares multijunções totalmente novas”.

A maior eficiência de dupla junção (32,8%) foi atingida por uma célula com uma camada de arseneto de gálio (GaAs) empilhada sobre um filme de silício cristalino. A eficiência de 32,5% foi alcançada usando uma célula superior de fosfeto de índio e gálio (GaInP), igualmente posta sobre outra célula de silício.

Custo dos painéis solares

O mercado de energia fotovoltaica atualmente é dominado por painéis solares feitos de células de silício de junção única, com eficiências entre 17% e 24%.

O obstáculo para a adoção das células solares multijunção à base de silício, pelo menos no curto prazo, é o custo.

Assumindo uma eficiência de 30% – por eventuais perdas no processo industrial -, os pesquisadores estimaram que a energia solar gerada pela célula de GaInP custaria US$ 4,85 por watt e a da célula de GaAs custaria US$ 7,15 por watt. Mas, à medida que o volume de produção aumentar e as eficiências desses tipos de células eventualmente alcançarem a casa dos 35%, eles preveem que o custo por watt pode cair para 66 centavos de dólar para uma célula baseada em GaInP e para 85 centavos de dólar para a célula baseada em GaAs.

Não é um cálculo irrealista: Por exemplo, o custo dos módulos fotovoltaicos fabricados na China caiu de US$ 4,50 por watt para US$ 1 por watt em apenas cinco anos (de 2006 a 2011).

Fonte da Notícia: Inovação Tecnolgica

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Santander aposta em financiamento para energia solar em telhados no Brasil

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16 de Maio de 2017| Notícia N°1.050

Por Luciano Costa

SÃO PAULO (Reuters) – O banco Santander Brasil aposta que a instalação de placas de energia solar em residências e comércios, uma tendência cada vez mais vista na Europa e nos Estados Unidos, deverá em breve se popularizar no país, o que tem levado a unidade de financiamentos da instituição a oferecer empréstimos para que os consumidores adotem a tecnologia.

Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o número de pequenas instalações solares como essas saltou mais de 1.400 por cento entre meados de 2015 e este início de 2017, de 631 para 9,7 mil unidades, mas o ritmo ainda é visto como baixo perto do potencial de expansão no país.

“Esse mercado ainda vai explodir, e a gente tem que estar preparado… hoje não tem banco privado colocando dinheiro nesse setor”, afirmou à Reuters o superintendente do Santander Financiamentos, Newton Ferrer.

Ele disse que a grande meta do banco é popularizar essa modalidade de financiamentos a ponto de fazê-la sair de uma fatia hoje praticamente insignificante para ao menos 10 por cento na carteira total de empréstimos do Santander Financiamentos, excetuando-se as operações com veículos.

Esse volume representaria, pelas atuais proporções da carteira, a concessão de cerca de 50 milhões de reais em financiamentos por mês, ou 600 milhões de reais por ano.

Como o valor médio das transações tem sido de 25 mil reais, o banco poderia viabilizar mais de 2 mil instalações solares por mês, caso as operações ganhem tal ritmo.

“Não tem ainda uma data, um calendário, mas o que vai fazer essa tecnologia ter esse crescimento exponencial serão três fatores: quando os grandes grupos decidirem investir nisso, provavelmente as distribuidoras de energia; quando a situação da economia melhorar; e quando for retomada a confiança dos consumidores”, apontou Ferrer.

Os clientes que aderiram aos telhados solares com apoio do Santander estão principalmente da região Sudeste e dividem-se entre os do setor comercial, como shoppings e instituições de ensino, e residencial, onde o predomínio é de consumidores com entre 35 e 45 anos, de classe média alta, que adotam a tecnologia principalmente devido a preocupações com sustentabilidade, disse Ferrer.

Ele disse que o banco viabiliza os financiamentos diretamente para fabricantes e fornecedores de equipamentos do setor cadastrados em sua base, que já conta com cerca de 230 empresas, das quais cerca de 70 têm realizado operações recorrentes.

Em 2017, o Santander Financiamentos registra até o momento a concessão de empréstimos para aproximadamente 250 projetos de instalação de telhados solares.

COMO UM CARRO

As operações do Santander Financiamentos para pequenos sistemas de energia solar contam com carência de até 90 dias e prazo de até 60 meses para pagamento, com taxas de juros de entre 1,70 por cento ao mês e 2,10 por cento ao mês, a depender do valor e do perfil do cliente.

Segundo Ferrer, os custos e taxas ainda não permitem que o investimento na instalação seja recuperado pelo consumidor em prazos abaixo de seis anos, mas o cliente não deve fazer essa conta, sob risco de desistir do negócio.

“É igual um carro… ninguém faz a conta de em quanto tempo é o payback de um carro… o sistema fotovoltaico tem vida útil de 20 a 24 anos. O benefício é vida útil do painel, a satisfação do consumidor, a experiência real. Levar a conta do payback para o cliente não vende”, disse.

O executivo explicou que os financiamentos do banco para o segmento começaram em 2013, e inicialmente a expectativa era de uma forte adesão dos consumidores já em 2015, o que não se concretizou em parte pela crise financeira do Brasil, que desestimulou fortemente o consumo.

“Eu apostava que seria o grande ano, e cresceu. Cresceu, dobrou, mas ainda não é o que se espera… isso vai ganhar escala, vai ter uma outra proporção.”

Atualmente, os consumidores com sistemas solares ganham créditos na conta de luz na mesma proporção da energia gerada, em um mecanismo implementado pela Aneel a partir de 2012 e aperfeiçoado em 2015 com o objetivo de incentivar as instalações.

 

Fonte da Notícia: Reuters Brasil

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Energia solar emprega duas vezes mais que carvão nos EUA

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09 de Março de 2017| Notícia N°1.048

Trump prometeu ressuscitar a indústria carvoeira americana, mas são as renováveis que estão florescendo por lá

2º lugar: Estados Unidos

Em 2016, a força de trabalho solar cresceu 25% em relação ao ano anterior. (Getty Images)

São Paulo – Donald Trump tem uma queda assumida pelos combustíveis fósseis, tanto que seu plano para tornar a “América grande de novo” passa por ressuscitar a decadente indústria do carvão . Independentemente dos desejos do presidente americano, uma coisa é inegável — é  a indústria da energia renovável que está florescendo por lá, e isso se reflete na criação de empregos.

Atualmente, o setor de energia solar emprega duas vezes mais pessoas que a indústria carvoeira e já se equipara em número ao setor de gás natural. De acordo com o National Solar Jobs Census 2016, produzido pela ONG The Solar Foundation, a indústria solar já totaliza 260.077 empregos nos EUA, o que representa um em cada 50 postos de trabalho no país.

Em 2016, a força de trabalho solar cresceu 25% em relação ao ano anterior, o maior crescimento desde que o primeiro censo de empregos em energia solar nos Estados Unidos foi lançado, em 2010.

O relatório destaca que o crescimento dos empregos em energia solar ocorreu em todos os sub-setores dessa indústria: nas empresas de manufatura, a alta foi de 26%; os trabalhos de instalação aumentaram 14% e os postos de desenvolvimento de projetos aumentaram em 53%, já os empregos em vendas e distribuição aumentaram em 32%.

De acordo com o estudo, o aumento dos empregos no setor ocorreu graças a uma rápida diminuição no custos dos painéis solares associado à grande demanda do mercado consumidor por instalações solares.

“Mais do que nunca, é claro que a energia solar é uma fonte de energia de baixo custo, confiável e superabundante que está impulsionando o crescimento econômico, fortalecendo as empresas e tornando nossas cidades mais inteligentes e resistentes”, declarou em nota Andrea Luecke, presidente da The Solar Foundation.

O número de empregos solares aumentou em 44 dos 50 estados norte-americanos no ano passado, mostrando que o crescimento da indústria solar não é um fenômeno regional. Os cinco estados com o maior número de empregos no setor em 2016 foram a Califórnia, Massachusetts, Texas, Nevada e Flórida.

Fonte da Notícia: Bloomerang

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Exportadora de petróleo, Nigéria pode apostar na energia solar

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09 de Março de 2017| Notícia N°1.047

Em Abuja, a capital do país, os senadores atualmente debatem a alocação de US$ 30 milhões para projetos solares no orçamento deste ano

A Nigéria, maior exportadora de petróleo da África, pode estar prestes a recorrer à luz do sol para gerar uma fatia maior de sua energia.

Em Abuja, a capital do país, os senadores atualmente debatem a alocação de US$ 30 milhões para projetos solares no orçamento deste ano, segundo a Associação de Energia Renovável da Nigéria (Rean, na sigla em inglês). A expectativa é que ofereçam financiamento a projetos solares fora da rede, à fabricação fotovoltaica e a atualizações da transmissão, segundo o secretário executivo da Rean, Godwin Aigbokhan. A decisão deles é esperada para este mês.

“Isso dá uma ideia de como o governo vê a energia solar como parte da matriz energética total”, disse Aigbokhan, em entrevista por telefone, de Lagos. O país poderia receber cerca de US$ 2,5 bilhões em investimentos em projetos solares em escala industrial até 2018, disse ele.

Apenas quatro meses após anunciar o plano de emitir títulos verdes para projetos de energia renovável, a Nigéria, que é a maior economia da África Ocidental, agora debate se poderia entregar energia limpa a uma parcela maior de seus 180 milhões de habitantes. O país faz parte de uma lista crescente de membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que inclui a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, que estão ampliando o uso de energia verde.

As autoridades nigerianas dizem que querem gerar até 1.200 megawatts de energia solar fora da rede. As famílias e as pequenas empresas da Nigéria atualmente gastam cerca de US$ 21,8 bilhões por ano alimentando geradores a diesel para a geração de eletricidade, segundo estudo da agência de desenvolvimento alemã GIZ.

“A onipresença dos pequenos geradores a diesel usados para suprir lacunas na energia fornecida pela rede já transforma os painéis solares, que reduzem os custos com combustível, em opções econômicas”, disse Itamar Orlandi, chefe de pesquisa de energia de fronteira da Bloomberg New Energy Finance.

Aumento do interesse

A Nigéria afirmou que deseja ampliar a contribuição das energias renováveis em sua matriz energética para 23 por cento até 2025, contra 13 por cento em 2015. O interesse na energia solar já aumentou, com a importação de mais de US$ 50 milhões em painéis fotovoltaicos chineses nos últimos dois anos, segundo a BNEF.

Em janeiro, a Niger Delta Power Company assinou contrato com a Azuri Technologies para oferecer sistemas de energia para 20.000 famílias rurais que não têm acesso à rede elétrica. O vice-presidente nigeriano, Yemi Osinbajo, disse que o acordo ressalta o compromisso do governo de oferecer acesso à eletricidade.

As autoridades nigerianas, que já privatizaram ativos de energia estatais em 2015, continuam formulando incentivos para investidores em energia solar em escala industrial, segundo Aigbokhan, da Rean.

“Há contratos de opção put-call em vigor e garantias parciais de risco, então o que deveria impedir um investidor estrangeiro de vir para a Nigéria?”, disse.

Fonte da Notícia: Bloomerang

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Contas de luz devem subir em média 7% este ano

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09 de Março de 2017| Notícia N°1.046

ANEEL determina que consumidores paguem indenização às transmissoras de energia. A conta é salgada: R$ 11 bilhões de um total de R$ 62 bilhões. 

A Agência Nacional de Energia Elétrica – a ANEEL – determinou que os consumidores paguem uma indenização às transmissoras de energia. A conta é salgada: já em 2017, R$ 11 bilhões de de um total de R$ 62 bilhões, a serem pagos até 2024.

Resultado: a conta de luz deve subir em média 7,17% este ano. Esse percentual pode variar, dependendo das distribuidoras.

Por causa da recessão, o país está com energia sobrando. Pode não parecer, mas isso também é um problema e o consumidor corre o risco de, mais uma vez, pagar a conta do desajuste.

Os reservatórios das hidrelétricas estão em situações bem diferentes entre as regiões. Nos subsistemas Sudeste/ Centro-Oeste e também no Sul o nível se recuperou depois da grave crise de 2015, mas está longe do ideal.

Já no Nordeste, o cenário é crítico. O principal reservatório, Sobradinho, vive o pior cenário em décadas. No Norte a situação não é tranquila. É de lá um dos reservatórios em pior estado: o de Serra da Mesa, perto da cabeceira do Rio Tocantins, onde a equipe do JG esteve no mês passado.

O reservatório está 35 metros abaixo do limite básico operacional. Se baixar mais 8 metros, inviabiliza a geração de energia elétrica.

Há um ano, nessa mesma época, os reservatórios brasileiros estavam mais cheios.
Apesar disso, está descartada a possiblidade de faltar energia em 2017. A principal razão não é boa.

Dois anos de recessão provocaram dois anos seguidos de queda no consumo de energia.
O outro motivo é bom: entrou bastante energia nova no sistema.

Essa sobra de energia, que, à primeira vista, pode até parecer positiva, criou um desequilíbrio.
Segundo a Associação das Distribuidoras, 75% das concessionárias no país estão com esse problema. A lei permite que até 5% da sobra de energia seja repassada logo para a conta de luz.

O que vai além disso, as distribuidoras discutem com a ANEEL a possibilidade de também compartilhar com o consumidor.

Para tentar diminuir esse problema de sobra de energia, o conselho que monitora o sistema propôs um leilão para descontratar energia de reserva. É uma situação inédita no país.

A ideia é que geradoras de energia possam cancelar esses contratos, mas vão ter que pagar uma multa. E esse dinheiro abateria parte de um dos componentes da conta de luz que todo mundo já paga – aparece como encargos setoriais.

Seria uma tentativa de diminuir um pouco a conta, mas o analista explica porque não há muito espaço para a energia ficar mais barata.

A decisão da ANEEL desta terça (21) de repassar para o consumidor uma conta que o governo não conseguiu pagar para as empresas de transmissão mostra que no sistema interligado no país todo não há segredo: quando há um desajuste, todos acabam pagando. Mas o Ministério de Minas e Energia faz uma promessa: para o consumidor anotar e cobrar.

Fonte da Notícia: G1

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Empresa italiana investe R$ 1 bilhão e começa a construir no Piauí a maior usina de energia solar da América Latina

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09 de Março de 2017| Notícia N°1.045

A empresa italiana de geração de energia, Enel S.p.A, por meio de sua subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda, anunciou o início das obras de construção da maior usina solar do Brasil, a Nova Olinda, localizada no Piauí. Quando concluída, será a maior da América Latina, com 292 megawatts em capacidade. O investimento total será de US$ 300 milhões (quase 1 bilhão de reais no câmbio atual), como informou a companhia em comunicado nessa terça-feira (5).

Piauí terá a maior usina solar da América Latina que será construída em Ribeira-PI pela Enel /
Na imagem, o Karadzhalovo Solar Park, na Bulgária, que produz apenas 60 MW, com 214 mil painéis fotovoltaicos  e ocupa uma área de 100 hectares, equivalente a 100 campos de futebol. O do Piauí terá capacidade para gerar 292 MW e ocupará uma área de 690 hectares.


A usina será instalada no município de Ribeira do Piauí, que tem apenas 4.381 habitantes e fica  localizado a 377 quilômetros de Teresina, na microrregião do Alto Médio Canindé. Depois de construída, a Nova Olinda ocupará uma área de 690 hectares e terá capacidade instalada total de 292 MW. O empreendimento será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender as necessidades de consumo de energia anual de cerca de 300.000 lares brasileiros, evitando a emissão de cerca de 350.000 toneladas de gás carbônico (CO2) para a atmosfera. A unidade de produção será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá para atender a crescente demanda do país por energia.

Localização de Ribeira do Piauí, município onde será construída a usina solar da Enel
e que será a maior da América Latina / Imagem: Wikipédia


A Enel ganhou o leilão da energia solar realizado em agosto de 2015. O governador Wellington Dias, antes mesmo do leilão, acompanhou os investimentos em energia no Piauí e realizou viagens à Itália e Alemanha para conhecer projetos e conversar com o empresariado local do setor. “Essa iniciativa faz parte do nosso projeto de trabalhar muito e produzir o que o Brasil precisa: energia, alimentos, bons serviços e gerar emprego e renda fazendo a economia crescer. O Piauí está pronto para esta tarefa e estamos trabalhando para ampliar investimentos e gerar emprego e renda para a população”, afirma o chefe do executivo estadual.

O gerente da Enel para o Brasil, Carlo Zorzoli, destacou, por meio de nota, que a companhia pretende continuar investindo para crescer de maneira sólida no setor de energia no país. “O governo brasileiro tem desenvolvido um processo atrativo e bem estruturado de leilões e temos construído o nosso sucesso com base na tecnologia líder de mercado, excelência em financiamento e reputação”, declarou o gerente.

Wellington Dias destacou os demais investimentos realizados no Piauí. “Somando os investimentos como esse da Enel, em energia solar; do Grupo Votorantin em energia eólica – com cerca de 3,6 bilhões de reais também em andamento; do Grupo Tomazini, da Terracal, do Ouro Branco e da Portugal Gás e Petróleo, teremos bilhões de investimentos e mais empregos”, ressalta o governador, ao destacar que também já está acertada a instalação do grupo Aurora, Alfa e Minasmel (os três na produção de alimentos), Budny (tratores e implementos) e uma nova base da Vickstar em Parnaíba.

Fonte da Notícia: Piauí Atual

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Temer anuncia novos produtos para compras com o cartão Construcard

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24 de Novembro de 2016| Notícia N°1.044

Beneficiários poderão adquirir produtos sustentáveis, como fossas ecológicas.
Linha de crédito já existente serve para compras de materiais de construção.

O presidente Michel Temer anunciou nesta quinta-feira (24), em cerimônia no Palácio do Planalto, novos produtos financiados por meio do cartão Construcard, operado pela Caixa Econômica Federal.

Criado há mais de quatro anos, o Construcard permite que pessoas físicas comprem materiais de construção, desde o básico até a acabamento. Podem ser adquiridos, por exemplo, tijolos, cimento, pisos, revestimentos, louças, armários embutidos, piscinas, entre outros.

A principal novidade do Construcard anunciada nesta quinta, segundo a Caixa, é a possibilidade de compra de aparelhos sustentáveis, como fossas ecológicas, aquecedores solares, aerogeradores e de energia fotovoltaica.

A Caixa também informou que agora os interessados no financiamento poderão sair da agência bancária com o cartão na hora, sem precisar esperar ele chegar em casa, e acompanhar os gastos por meio de um aplicativo específico no celular.

Financiamento
O interessado deve adquirir o financiamento em uma agência da Caixa e comprar todo o material em até seis meses após sua contratação. Já o empréstimo pode ser pago em até 240 meses. Não há limite máximo para o crédito – varia de acordo com a renda do interessado -, mas, segundo a Caixa, o valor médio é de R$ 14 mil.

De acordo com o banco, ainda em agosto, estão disponíveis à linha do Construcard R$ 7 bilhões até o fim de 2017.

Fonte da Notícia: G1

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Eletrobrás vai devolver R$ 575 milhões após cobrança irregular na conta de luz

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03 de Novembro de 2016| Notícia N°1.043

Estatal e empresas do grupo farão abatimento do valor, mas impacto na fatura do consumidor não deve chegar a 1%

BRASÍLIA – A Eletrobrás informou que vai devolver R$ 575 milhões relacionados à cobrança de um encargo conhecido como Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), por conta de irregularidades em seu recolhimento no ano passado. A CDE é cobrada de todos os consumidores do País, por meio da conta de luz.

Em comunicado, a estatal informou que, desse total, R$ 523 milhões serão devolvidos por empresas ligadas ao próprio grupo. Entre essas estão Chesf, Eletronorte, Eletrosul e Furnas. Para o consumidor final, no entanto, a previsão é de que o impacto na fatura não chegue a 1%.

 

Foto: TARSO SARRAFEletrobrás
Eletrobrás ainda discute com a Aneel as condições de devolução

 

“Todas as Empresas Eletrobrás já possuem provisão em suas demonstrações financeiras para devolução dos valores indevidamente recebidos, estando aguardando a definição dos critérios de devolução dos recursos em referência”, informou a empresa.

A Eletrobrás declarou que “vem discutindo com a Agência Nacional de Energia Elétrica as condições de devolução dos referidos valores pelas empresas” e que comunicou o erro “voluntariamente” ao Tribunal de Contas da União (TCU), durante o andamento de um processo que avalia a gestão dos fundos setoriais.

“A companhia identificou em dezembro de 2015 que houve pagamentos indevidos a determinadas concessionárias de transmissão e geração e imediatamente adotou as seguintes providências: (i) abriu processo de sindicância interna para apuração de responsabilidade pelos pagamentos indevidos; e ( ii) notificou as empresas de geração e transmissão que deveriam devolver os valores recebidos indevidamente, inclusive as empresas da Eletrobras”, informou.

Em processo julgado pelo plenário do TCU, o ministro relator Vital do Rêgo afirmou que o valor total da irregularidade poderia chegar a R$ 1,812 bilhão. Segundo a Eletrobrás, porém, o valor correto que será devolvido é de R$ 575 milhões.

Por meio de nota, o Ministério de Minas e Energia informou que a mudança na gestão da CDE, que a partir de 2017 deixa de ser gerida pela Eletrobrás e passa a ser administrada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), “busca evitar que falhas desse tipo voltem a ocorrer”. Com a gestão da conta pela CCEE, informou o ministério, os orçamentos e pagamentos serão submetidos a auditorias independentes, minimizando os riscos de falhas.

Fonte da Notícia: Exame Abril

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Tesla revela sistema de painéis solares “invisíveis” para casas

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03 de Novembro de 2016| Notícia N°1.042

A empresa de Elon Musk ainda apresentou a nova geração de sua bateria doméstica recarregável, a Powerwall

Painel solar:  o novo produto da Tesla é "camuflado" com uma tinta especial

Painel solar: o novo produto da Tesla é “camuflado” com uma tinta especial (Tesla/Divulgação)

São Paulo – Elon Musk está cada dia mais perto de realizar seu sonho de criar um sistema doméstico alimentado por energias sustentáveis. O CEO da Tesla revelou em um evento na Universal Studios, em Los Angeles, a primeira linha de painéis solares da empresa. Além de ser praticamente imperceptível, o produto se conecta ao sistema de bateria recarregável Powerwall da Tesla. As informações são do site The Verge e da Wired.

O telhado é feito a partir de uma telha de vidro texturizada com células solares integradas. Para que os painéis fiquem praticamente invisíveis, a Tesla aplicou uma pintura especial nas telhas. Desse modo, elas ficam transparentes quando vistas do ângulo da rua e sua aparência fica similar à de um telhado tradicional. Quatro padrões de telhas foram apresentados: Tuscan Glass, Slate Glass, Textured Glass e Smooth Glass.

Segundo Musk, as telhas foram impressas hidrograficamente e, por isso, cada uma delas é um “floco de neve especial”. Isso significa que casas vizinhas não terão telhados com o mesmo visual.

O CEO da Tesla também enfatizou que os painéis são resistentes. Para provar isso, ele exibiu um teste de durabilidade entre o produto da marca e telhas de cerâmica e pedra. Obviamente, o telhado da Tesla se saiu melhor. O painel solar é feito de quartzo e tem uma vida útil quase infinita, de acordo com Musk.

Além do painel solar, a empresa revelou a nova geração da Powerwall, sua bateria doméstica que pode ser recarregada via energia solar. Ela tem potência máxima de 7 kW e capacidade de armazenar até 14 kWh. Isso é suficiente para abastecer uma casa de quatro quartos durante um dia inteiro. A Powerwall 2 irá custa 5.500 dólares nos Estados Unidos e tem garantia de ciclos de recarga para até 10 anos de uso.

Os produtos são uma colaboração conjunta entre a SolarCity (provedor americano de serviços de energia) e a Tesla. No dia 17 de novembro, acionistas irão votar uma fusão de dois bilhões de dólares entre as duas companhias.

Tanto o telhado quanto a bateria fazem parte do plano de Musk de criar um sistema energético sustentável. No mundo idealizado por Musk, os painéis solares servirão para a geração de energia para a casa e os carros, enquanto a bateria faria o armazenamento dessa energia. “Precisa ser bonito, acessível e perfeitamente integrado. Se tudo isso acontecer de verdade, por que você iria para outra direção?” indagou o CEO, questionando o sistema energético atual.

Fonte da Notícia: Exame Abril

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